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João Campos nega favorecimento em concurso da Prefeitura do Recife e diz estar “absolutamente tranquilo”
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João Campos nega favorecimento em concurso da Prefeitura do Recife e diz estar “absolutamente tranquilo”

O prefeito do João Campos negou qualquer tipo de favorecimento a parentes de integrantes do sistema de Justiça no concurso público para procurador do município do Recife, realizado em 2022. A manifestação ocorre após o caso ganhar grande repercussão negativa e amplo destaque na imprensa nacional.

A declaração foi dada após a participação do prefeito na primeira missa do ano, no Santuário do Morro da Conceição, na Zona Norte da capital pernambucana. João Campos esteve acompanhado da noiva, a deputada federal Tabata Amaral, e do vice-prefeito Victor Marques, em um momento que acabou se tornando também palco para o esclarecimento público da polêmica.

Segundo o prefeito, não houve qualquer alteração de notas, mudança de classificação ou favorecimento por vínculos familiares. João Campos afirmou que as acusações não passam de especulações sem base factual.

“Não há nenhuma decisão de mudança de nota, de passar na frente, não é isso. Não tem ninguém nomeado em função de nome, sobrenome ou parentesco. Isso não existe. Isso é uma ilação. Não existe isso de forma nenhuma, em nenhum concurso da prefeitura”, declarou.

O gestor também disse estar tranquilo diante da repercussão do caso, que envolve questionamentos sobre a classificação de candidatos na lista destinada a pessoas com deficiência. De acordo com ele, todas as decisões seguiram critérios técnicos e legais.

João Campos ressaltou que os procedimentos adotados foram respaldados por laudos da Justiça Federal do Trabalho e que o processo administrativo garantiu o direito de recurso aos candidatos que se sentiram prejudicados.

“Estou absolutamente tranquilo. Não tem nenhuma dificuldade com absolutamente nada. Toda a decisão foi tomada do ponto de vista técnico, com base em laudos da Justiça Federal do Trabalho. A partir do momento em que o candidato apresentou recurso, ele foi imediatamente apreciado”, afirmou.

Apesar das explicações, o episódio segue levantando questionamentos e mantendo o tema em evidência no debate público, especialmente em um contexto de crescente desconfiança da sociedade em relação à lisura de concursos e à relação entre poder político e estruturas do Judiciário.