A formação da chapa de ACM Neto para as eleições de 2026 começa a ser desenhada com mais clareza nos bastidores da política baiana.
O senador Angelo Coronel deu uma pista importante sobre o caminho que deve ser adotado ao comentar o cenário:
👉 “Aqui não existe puro-sangue, está todo mundo mestiço.”
A declaração aponta para uma estratégia baseada em composição ampla, reunindo diferentes partidos, lideranças e correntes políticas em torno de um projeto comum.
Na prática, o recado é direto:
não haverá espaço para chapas fechadas ou restritas a um único grupo.
A lógica é ampliar o alcance político da oposição, buscando representatividade tanto na capital quanto no interior do estado, além de fortalecer a competitividade eleitoral.
O movimento também indica um esforço de unificação interna, evitando disputas que possam fragilizar o grupo diante de um cenário eleitoral ainda marcado pela força do bloco governista.
Ao defender uma chapa plural, Coronel reforça a leitura de que a eleição de 2026 deve ser definida não apenas por nomes, mas pela capacidade de articulação política e construção de alianças.
Esse tipo de posicionamento costuma antecipar o que já está em curso nos bastidores:
negociações, aproximações e ajustes que visam consolidar uma base mais ampla.
A estratégia não é nova, mas ganha força diante do atual cenário político da Bahia, onde a disputa tende a exigir capilaridade, diálogo e equilíbrio entre diferentes forças.
A mensagem, no fim, é clara:
👉 a oposição pretende entrar na disputa com uma chapa construída para somar — e não para dividir.
E, em eleições majoritárias, esse costuma ser um fator decisivo.





