A política baiana ganhou um novo capítulo. Daqueles que mexem no tabuleiro de verdade.
A filiação do senador Angelo Coronel e do deputado estadual Diego Coronel ao Republicanos não é apenas uma troca de partido. É um movimento estratégico que reposiciona forças e altera o equilíbrio político no estado.
Quem deixou isso claro foi o deputado federal Márcio Marinho, uma das principais lideranças do Republicanos na Bahia, ao afirmar que a chegada dos dois representa um “novo momento” para a legenda.
E não é exagero.
Angelo Coronel é um dos nomes mais influentes da política baiana. Ao lado do filho, Diego, leva consigo capital político, articulação e presença em diferentes regiões do estado. Ou seja: não é só filiação, é peso.
Na prática, o Republicanos deixa de ser coadjuvante para entrar no jogo grande.
A movimentação acontece em um momento em que os partidos já começam a se organizar para as eleições de 2026, especialmente na disputa por espaços estratégicos como vice-governadoria e composição de chapas majoritárias.
Com a chegada dos Coronel, o Republicanos ganha musculatura para:
👉 disputar protagonismo
👉 negociar espaço nas chapas
👉 influenciar diretamente a formação de alianças
E isso muda tudo.
Porque na política, quem tem estrutura e voto, tem poder de barganha.
Nos bastidores, o movimento também acende alerta em outros partidos da base governista e até na oposição. Afinal, um Republicanos mais forte significa mais pressão nas negociações e menos espaço garantido para quem antes dominava o cenário.
A eleição ainda está distante no calendário.
Mas o jogo… já começou faz tempo.
E com essa movimentação, ficou claro:
ninguém quer ficar de fora da disputa real pelo poder.

