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PL aposta em Rogério Marinho para presidência do Senado e descarta acordo com Alcolumbre
LEM - O SOBERANO DA BAHIA

PL aposta em Rogério Marinho para presidência do Senado e descarta acordo com Alcolumbre

O Partido Liberal já começa a desenhar sua estratégia para a disputa pela presidência do Senado em 2027. Em entrevista, uma liderança da legenda afirmou que o senador Rogério Marinho reúne as melhores condições para assumir o comando da Casa e deverá ser o nome defendido pelo partido.

Segundo a declaração, Marinho é considerado um político preparado para a função e o PL pretende trabalhar pela construção de uma maioria capaz de viabilizar sua eleição.

A articulação citada envolve aproximação com outras siglas que terão representação relevante no Senado. Entre os partidos mencionados estão PP, União Brasil e Republicanos.

“Nós vamos ter o PP do nosso lado, vamos ter a União Brasil, vamos ter o Republicanos. Nós fazemos maioria lá”, afirmou.

Apesar da expectativa de formar um bloco majoritário, a avaliação apresentada é de que a eleição para presidente da República terá peso decisivo nas negociações para o comando do Senado.

De acordo com a liderança partidária, o Poder Executivo exerce forte influência sobre as articulações políticas dentro da Casa.

“Precisamos fazer o presidente da República para fazer o presidente do Senado, porque há uma influência muito grande do Executivo no Senado.”

A declaração reforça que a estratégia do PL para 2027 não estaria limitada à composição interna do Congresso. O resultado da disputa presidencial seria considerado fundamental para aumentar as chances de Rogério Marinho chegar à presidência do Senado.

Alcolumbre fora das negociações
Outro momento de destaque da entrevista ocorreu quando foi perguntado se Davi Alcolumbre estaria descartado de uma eventual negociação com o PL para a presidência do Senado.

A resposta foi direta:
“Sim, sim, totalmente descartado. Totalmente descartado.”

Com isso, o partido sinaliza uma estratégia clara: construir uma nova maioria no Senado, reunir aliados de outras legendas e trabalhar para colocar Rogério Marinho no comando da Casa a partir de 2027.

A movimentação também evidencia como as articulações para a próxima composição do Congresso já começam a ganhar espaço no cenário político nacional.

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