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PL quer maioria no Senado e amplia pressão sobre governo Lula
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PL quer maioria no Senado e amplia pressão sobre governo Lula

Estudos internos do Partido Liberal (PL) indicam um cenário considerado “animador” para a oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de outubro de 2026.

De acordo com as projeções da legenda ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a expectativa é conquistar com segurança ao menos 35 cadeiras no Senado Federal.

📊 O que está em disputa

Nas próximas eleições, estarão em jogo 54 das 81 cadeiras do Senado, já que dois terços da Casa serão renovados — ou seja, duas vagas por unidade da Federação.

Dentro desse cenário, o PL calcula que pode eleger dois senadores na maioria dos estados, consolidando uma bancada robusta na Casa Alta.

🔎 Projeção além do número-base

O otimismo interno vai além das 35 cadeiras consideradas “certas”. O partido também projeta a vitória de pelo menos um candidato ao Senado em diversos outros estados, ampliando a margem de influência no Congresso.

Se confirmado, o desempenho pode alterar significativamente o equilíbrio de forças no Senado, especialmente em votações estratégicas, indicações ao Supremo Tribunal Federal, reformas constitucionais e pautas econômicas.

🏛️ Impacto político

Uma eventual maioria ou bancada ampliada do PL no Senado fortaleceria a oposição ao governo federal e ampliaria o poder de articulação da direita no Congresso Nacional.

A disputa pelo Senado, muitas vezes vista como secundária em relação à corrida presidencial, ganha protagonismo estratégico. Com mandatos de oito anos, a composição da Casa influencia diretamente a governabilidade e o rumo institucional do país.

⚖️ O Senado como campo decisivo

Mais do que a eleição presidencial, a renovação de dois terços do Senado pode redefinir o jogo político nacional. A expectativa do PL sinaliza que a oposição pretende transformar 2026 não apenas em uma disputa pelo Planalto, mas em uma batalha estrutural pelo controle do Legislativo.

O cenário ainda depende da consolidação das candidaturas estaduais e das alianças regionais, mas o planejamento já está em curso.

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