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“Promessa de alta complexidade não foi cumprida em Guanambi, e região enfrenta dificuldade”, diz Luciano Ribeiro
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“Promessa de alta complexidade não foi cumprida em Guanambi, e região enfrenta dificuldade”, diz Luciano Ribeiro

O deputado estadual Luciano Ribeiro criticou a estrutura do Hospital Geral de Guanambi (HGG) e afirmou que a unidade não tem capacidade para atender casos de alta complexidade, o que, segundo ele, reforça a necessidade de um novo hospital na região. Jerônimo prometeu ainda em 2022, no plano de governo, que iria “concluir o Hospital Regional de Guanambi com serviços de alta complexidade”.

“O hospital não faz cirurgia cardíaca, a parte neurológica é limitada. As prefeituras da região sabem a dificuldade que enfrentam sem um hospital de alta complexidade. Isso deixa claro que o que foi prometido ainda não foi entregue”, declarou.

A unidade foi inaugurada em 27 de julho de 1998, durante o governo de Paulo Souto, ligado ao grupo político de oposição ao PT na Bahia. Para o parlamentar, isso reforça a crítica de que não houve a construção de um novo hospital estadual na região nos últimos anos.

A fala ocorre em meio ao debate político sobre o equipamento. O líder do governo na Assembleia Legislativa, Rosemberg Pinto, saiu em defesa do governador Jerônimo Rodrigues e criticou o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto.

Luciano Ribeiro sustenta que, apesar das melhorias apontadas, a unidade não resolve demandas de maior complexidade e que a promessa feita por Jerônimo Rodrigues em 2022, considerada essencial para a região, ainda não foi cumprida.

Segundo o deputado, a proposta de ampliar a oferta de alta complexidade consta no plano de governo, mas não saiu do papel. No ano passado, após pressão da população, o governo chegou a autorizar a reforma e ampliação do hospital, com previsão de investimento de R$ 77 milhões, mas a obra não avançou.

Imagens de pacientes aguardando atendimento em macas nos corredores da unidade circularam nas redes sociais, ampliando a pressão sobre o governo estadual. A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) divulgou, neste mês de abril, o resultado da licitação para as obras.

“O plano de governo previa resolver esse problema, mas a realidade é que a população continua sem acesso a procedimentos essenciais e precisa se deslocar para outras cidades”, afirmou.

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